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Receita é vaidade, lucro é sanidade e caixa é rei!

Vocês já ouviram essa frase?

Como empresária não há nada mais desmotivador do que ver o investimento do seu sonho indo por água abaixo mês à mês. E sem saber o que fazer para manter um fluxo de caixa saudável, muitas vezes abrimos mão de um negócio que tinha tudo pra dar certo.

É por experiência própria que digo que o crescimento suga o caixa.

Quando minha empresa tinha 15 anos, eu estava com o maior faturamento da história, foi justamente naquele momento que eu fiquei sem caixa.

E como podemos resolver essa questão? Neste texto você poderá percorrer os meus passos e coletar algumas dicas que poderão mudar o seu mindset sobre o assunto.

Antigamente a cultura era acumular coisas e, consequentemente acabávamos fazendo dívidas e mais dívidas. E aqui vai a primeira dica:

1 – Fuja das dívidas!

Os bancos, principalmente, são verdadeiras armadilhas pra quem quer escapar das dívidas. Geralmente são os primeiros à quem recorremos na hora do aperto, por estarem mais perto do nosso alcance, muitas vezes não estudamos qual a melhor forma de resolver a situação negativa.

 

2 – Volte pra empresa, olhe de fora, e pense “Se essa empresa não fosse minha, oque eu faria”?

 

É uma pergunta simples mas que pode ser o ponto-chave para refinar o seu olhar. Quando focamos no problema, é natural nos esquecermos do entorno dele, ou seja, agimos com o nosso coração.

Meu irmão é extremamente coração e eu também sou muito coração, na nossa empresa faltou a razão. Então, entramos em um ciclo que não foi positivo pela falta de razão, de sanidade e de lucros, e por olhar a empresa com muito amor, como se fosse um filho e não tomar as decisões corretas que deveriam ter sido feitas. Isso me trouxe muita dor e muito prejuízo.

 

3 – É válido vender imóvel pra pagar a dívida?

Acredite, isso será apenas um analgésico, não irá curar a sua dor de fato. Antes de tomar qualquer decisão, compreenda o porque a empresa está naquela situação, e só depois, com muita coragem, tome a decisão certa naquele momento.

Eu tive que passar uns 3 meses pra racionalizar e tomar as decisões. Hoje, como eu já passei por isso, eu tenho uma maior facilidade de encorajar outras pessoas a fazer a mesma coisa.

Tá com problema? Calma, é só pensar “Essa empresa não é minha, o que eu fazer?” Vai doer, vai sangrar, mas no futuro as pessoas vão te agradecer.

4 – Pé no chão

 

Einsten já dizia “Nunca resolva um problema no momento em que ele foi descoberto”, isso porque nesse momento nossos pés saem do chão. Para decisões relacionadas ao seu fluxo de caixa o mais indicado é fazer as contas e pensar muito bem antes de se endividar.

Como eu já disse aqui no blog, são nestes momentos maus difíceis que as mentorias fazem toda a diferença, recorra à mentores de sua confiança e não caia no fluxo de caixa negativo.

Ser empresária e empreendedora muitas vezes requer conhecimentos que ainda não temos, mas nada impede de nos apoiarmos em especialistas, é um investimento necessário, não queira fazer aquilo que você não sabe, isso pode prejudicar o seu negócio e acabar com o seu sonho.

Essas são algumas dicas que deixo pra você!

 

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Você percebeu alguma mudança na relação das pessoas com seus trabalhos?

Não precisa ser nenhum Guru pra saber que o trabalho do futuro terá muitas mudanças, principalmente ao comparamos a forma que nós lidávamos com isso há alguns poucos anos atrás. Antes, nós reconhecíamos que a estabilidade profissional era o principal objetivo dos empregados. O certo era ter um emprego, investir em uma carreira estável e de sucesso, mesmo que isso representasse a possibilidade de trabalhar em uma função que não esteja de acordo com o seu propósito de vida. O bom colaborador era aquele que cumpria seu horário de trabalho, realizava aquilo que era proposto pelo seu gestor e assim, garantia um salário no final do mês.

Mas, o cenário mudou. As pessoas não valorizam mais somente um salário no final do mês, elas precisam de um motivo para estar ali, um propósito em comum a empresa para dedicar o “compreendido precioso tempo de suas vidas” à sua função. Assim como os empregadores não valorizam mais um colaborador que entrega apenas o prometido e bate o seu ponto no final do dia.

O motivo destas mudanças está diretamente ligado à inovação em todo cenário econômico. Desde a chegada progressiva da Revolução 4.0, tem sido comum no mercado o surgimento de negócios idealizados por entusiastas e criativos, onde o objeto principal é a possibilidade de se reinventar, e assim, seguir as tendências dos seus públicos. Esses modelos de negócio conseguem encontrar colaboradores, clientes e até mesmo outros seguidores engajados, pois eles disseminam exatamente o seus ideais em comum: a liberdade para se trabalhar com o que gosta, desenvolvendo atividades que realmente entregam uma experiência de compra positiva e satisfatória.

No trabalho do futuro as recompensas são mais do que monetárias, elas alimentam a alma, tanto do empregador, empreendedor como do colaborador e parceiro de negócio. Mesmo assim, é importante viabilizar o esquema de trabalho de forma que o negócio tenha lucratividade.

Neste trabalho do futuro, o que os empregadores e empreendedores esperam: 

  • Menos procrastinação e mais produtividade. Isso independe do horário de trabalho estipulado e corresponde a entrega das tarefas no prazo.
  • Sim ao cumprimento de metas, elas são o alicerce para o desenvolvimento dos profissionais e fazem com que as coisas, de fato, sejam realizadas. 
  • Cultura do dono, algo a ser semeado em todos os níveis, desde o empreendedor até o empregado. Assim, todos tem a visão de cuidar do negócio como se fosse seu!

O que os colaboradores e parceiros de negócio esperam:

  • Mais liberdade no ambiente de trabalho. Aqui, o trabalho deve ser levado de forma tranquila, não mais como uma obrigação. Desta forma, é mais fácil cultuar a liberdade para expressar a criatividade no ambiente de trabalho.
  • Reconhecimento e plano de carreira. A possibilidade de crescimento do negócio é também a expectativa de desenvolvimento profissional e pessoal dos envolvidos.
  • Propósito. É cada vez mais frequente a busca pelo propósito comum entre a marca e os seus colaboradores. 

Se o seu modo de enxergar esta relação não mudou, esse é o momento de repensar quais são os próximos passos daqui pra frente.

 

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