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Você percebeu alguma mudança na relação das pessoas com seus trabalhos?

Não precisa ser nenhum Guru pra saber que o trabalho do futuro terá muitas mudanças, principalmente ao comparamos a forma que nós lidávamos com isso há alguns poucos anos atrás. Antes, nós reconhecíamos que a estabilidade profissional era o principal objetivo dos empregados. O certo era ter um emprego, investir em uma carreira estável e de sucesso, mesmo que isso representasse a possibilidade de trabalhar em uma função que não esteja de acordo com o seu propósito de vida. O bom colaborador era aquele que cumpria seu horário de trabalho, realizava aquilo que era proposto pelo seu gestor e assim, garantia um salário no final do mês.

Mas, o cenário mudou. As pessoas não valorizam mais somente um salário no final do mês, elas precisam de um motivo para estar ali, um propósito em comum a empresa para dedicar o “compreendido precioso tempo de suas vidas” à sua função. Assim como os empregadores não valorizam mais um colaborador que entrega apenas o prometido e bate o seu ponto no final do dia.

O motivo destas mudanças está diretamente ligado à inovação em todo cenário econômico. Desde a chegada progressiva da Revolução 4.0, tem sido comum no mercado o surgimento de negócios idealizados por entusiastas e criativos, onde o objeto principal é a possibilidade de se reinventar, e assim, seguir as tendências dos seus públicos. Esses modelos de negócio conseguem encontrar colaboradores, clientes e até mesmo outros seguidores engajados, pois eles disseminam exatamente o seus ideais em comum: a liberdade para se trabalhar com o que gosta, desenvolvendo atividades que realmente entregam uma experiência de compra positiva e satisfatória.

No trabalho do futuro as recompensas são mais do que monetárias, elas alimentam a alma, tanto do empregador, empreendedor como do colaborador e parceiro de negócio. Mesmo assim, é importante viabilizar o esquema de trabalho de forma que o negócio tenha lucratividade.

Neste trabalho do futuro, o que os empregadores e empreendedores esperam: 

  • Menos procrastinação e mais produtividade. Isso independe do horário de trabalho estipulado e corresponde a entrega das tarefas no prazo.
  • Sim ao cumprimento de metas, elas são o alicerce para o desenvolvimento dos profissionais e fazem com que as coisas, de fato, sejam realizadas. 
  • Cultura do dono, algo a ser semeado em todos os níveis, desde o empreendedor até o empregado. Assim, todos tem a visão de cuidar do negócio como se fosse seu!

O que os colaboradores e parceiros de negócio esperam:

  • Mais liberdade no ambiente de trabalho. Aqui, o trabalho deve ser levado de forma tranquila, não mais como uma obrigação. Desta forma, é mais fácil cultuar a liberdade para expressar a criatividade no ambiente de trabalho.
  • Reconhecimento e plano de carreira. A possibilidade de crescimento do negócio é também a expectativa de desenvolvimento profissional e pessoal dos envolvidos.
  • Propósito. É cada vez mais frequente a busca pelo propósito comum entre a marca e os seus colaboradores. 

Se o seu modo de enxergar esta relação não mudou, esse é o momento de repensar quais são os próximos passos daqui pra frente.

 

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